Os mais de 7,5 mil quilômetros que separam Brasília de Luanda tornaram-se quase imperceptíveis na última terça-feira, 9, quando foi usada a rede internacional da Angola Cables, que está baseada em cabos submarinos de fibra óptica, conectando continentes em milissegundos. Professores de instituições de ensino angolanas compartilharam suas experiências e conhecimento com os da Universidade de Brasília (UnB) via webconferências no seminário internacional “Culturas, espaços e saberes: experiências do Sul”. No Brasil, o evento foi viabilizado pela Rede Nacional de Pesquisa (RNP) e, em Angola, pela operadora multinacional Angola Cables.

Há menos de três anos essa interação seria impossível. As estruturas hoje existentes permitem que o sinal de interligação dedicado entre Angola e Brasil tenha a qualidade necessária para que este tipo de intervenção aconteça. Através da conectividade disponibilizada pela Angola Cables e o SW de gestão de videoconferência da RNP foi possível viabilizar a transmissão com qualidade e a um custo permissível de suporte pelas organizações.

Hoje, a conectividade ainda necessita percorrer distâncias enormes entre Angola e a Europa, passando pelos Estados Unidos para chegar ao Brasil. Mas assim que o South Atlantic Cable System — SACS — entrar em operação no primeiro trimestre de 2018, este tipo de serviços terá ainda mais qualidade a um preço bem mais barato.

Ler mais